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Conheça o novo Toyota Corolla Híbrido 2020

Chegou! A 12ª geração do sedã-ícone do Toyota adota nova plataforma, sobe de nível e se torna o primeiro híbrido flex do mundo, capaz de usar eletricidade, etanol e gasolina em qualquer proporção. O híbrido flex foi desenvolvido sobre o pioneiro Prius, e estreia no Corolla após meses de testes. A união pretende dar volume à tecnologia, já que o sedã é o modelo mais vendido da marca no mundo. A mecânica combina o motor 1.8 flex de 101 cv e 14,5 kgfm de torque a outros dois motores elétricos, capazes de gerar 72 cv e 16,6 kgfm. Até o câmbio CVT é híbrido — a caixa usa planetárias e não correias e polias, como nas CVTs tradicionais. Mas a despeito do ineditismo do híbrido, tudo neste Corolla é novo. A nova arquitetura proporcionou um incremento de 60% na rigidez torcional. Com o chassi mais firme, a Toyota fez alguns ajustes, o principal deles é o esquema da suspensão traseira, agora independente por braços duplos. Outra mudança é o centro de gravidade, que baixou 1 centímetro com a redução de 3 cm na altura. Com um detalhe: a modularidade da plataforma permitiu elevar em 4 mm a altura em relação ao solo. Por dentro, o novo Corolla dá um salto em ergonomia e acabamento. O espaço interno não mudou muito, já que o sedã mantém os 2,70 metros de entre-eixos e ganhou 1 milímetro apenas na largura. O porta-malas também permanece com 470 litros. Painel e portas trazem peças de superfície macia ao toque — tem até uma costura de verdade na parte em frente ao banco do passageiro. Houve uma clara busca por refinamento a bordo. Outro ponto alto é a lista de equipamentos. O sedã sai de fábrica em todas as versões com sete airbags, controles eletrônicos de estabilidade e de tração, vidros elétricos nas quatro portas com acionamento por um toque, rodas de liga leve aro 16, Isofix com Top Tether para cadeirinhas infantis e a nova central multimídia, cuja tela de oito polegadas fica em destaque no alto do painel. Há duas portas USB, Android Auto e CarPlay. Uma das novidades que chegam com a nova geração é o sistema Safety Sense, que reúne recursos semiautônomos. O equipamento é exclusivo das versões Altis e opera por um radar no escudo da Toyota na grade, e uma câmera no alto do para-brisas. Há farol alto automático, controle de cruzeiro adaptativo (acelera e freia o veículo), assistente de permanência em faixa (faz leves correções no volante) e a frenagem automática de emergência (reconhece obstáculos à frente e freia sozinho). Segundo a Toyota, o ACC funciona desde 30 km/h até 180 km/h. No caso do Hybrid, há ainda o pacote Premium, que traz outros itens interessantes, como painel com acabamento bicolor (preto e bege), ar-condicionado de duas zonas, sensor de chuva, banco do motorista com ajustes elétricos, retrovisores laterais retráteis e teto solar — este último inédito no Corolla nacional. A mecânica híbrida é naturalmente a principal inovação do Corolla, mas a Toyota também fez uma reforma completa nas versões “normais” do sedã. O modelo estreia um 2.0 16V flex inédito, chamado de Dynamic Force, que opera em ciclo Atkinson e não no Otto, que é padrão da indústria. Isso possibilitou alguns ajustes diferentes. Um deles é a elevada taxa de compressão de 13.0:1, que permitiu extrair mais força. São 177 cv de potência com etanol e 167 cv com gasolina a 6.600 rpm, e um torque máximo de 21,4 kgfm entregue a 4.400 rotações com ambos os combustíveis. Na comparação com o antigo 2.0 flex (154 cv e 20,7 kgfm com etanol), são 15% a mais de potência gerada. Segundo a Toyota, o novo 2.0 usa pistões de curso mais longo e oferece duplo sistema de injeção (direta e indireta), o que ajudou a elevar a eficiência energética e a reduzir o consumo em 9% em relação ao antecessor.Outro recurso que contribui para isso é o controle de abertura das válvulas de admissão (VVT-IE), que conta com acionamento elétrico em vez de hidráulico. Mas não é só. A Toyota também trocou o câmbio CVT anterior de sete marchas simuladas por uma nova caixa CVT com dez relações virtuais e engrenagem na primeira marcha. A solução buscou melhorar a tração na saída em marcha lenta, uma vez que o câmbio anterior patinava um pouco. A nova caixa também usa polias metálicas acionadas por compressão e não por extensão. Dessa forma, além de tracionar melhor ao sair, o novo CVT produz reduções notáveis. Embora o Corolla tenha mudado totalmente, a Toyota manteve os nomes das versões, já conhecidos dos brasileiros. O modelo de entrada é o GLi. Acima vem o intermediário XEi, e no topo a versão Altis, única que poderá ter as duas mecânicas — o 2.0 flex CVT e o híbrido. Não bastasse todas as novidades que a nova geração traz, a montadora japonesa anunciou a ampliação da garantia de 3 para 5 anos. Já o conjunto híbrido conta com cobertura de 8 anos. São números imponentes que reforçam a confiança no produto e devem ajudar o Corolla a manter sua supremacia na categoria.   Fonte: revistaautoesporte.globo.com
16 de Setembro de 2019
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Renault Sandero 2020 renova visual, fica mais seguro e traz câmbio CVT; Logan e Stepway seguem a onda

De uma só vez a Renault apresenta nesta quarta-feira (24) a linha 2020 do trio Sandero, Logan e Stepway, que chega às lojas ainda neste mês. Os carros receberam retoques no design e reforços estruturais para melhorar a segurança e os testes impacto do Latin NCAP. A grande novidade, no entanto, é a transmissão CVT para as versões com motor 1.6 SCe.   É a terceira tentativa da linha com câmbios. Primeiro foi o automático de quatro marchas. Depois veio o automatizado Easy-R, que nos últimos dois anos foi oferecido apenas no Stepway. Com o CVT, o objetivo é ganhar força para brigar com os rivais Chevrolet Onix e Hyundai HB20, que serão renovados em breve – e já oferecem câmbio automático convencional com seis marchas. É a única novidade mecânica, uma vez que os motores permanecem os mesmos. O 1.0 SCe entrega até 82 cv de potência e 10,7 kgfm de torque e é aliado apenas à transmissão manual de cinco marchas, enquanto o 1.6 SCe rende até 118 cv e 16 kgfm, além de poder ser pareado com câmbio manual ou CVT. Para os fãs de esportivos, a francesa manterá em linha o Sandero RS, equipado com motor 2.0 de 150 cv e 20,9 kgfm e câmbio manual de seis marchas. Ele traz as mesmas mexidas visuais da versão "civil", mas tem lanternas escurecidas. A dianteira dos três modelos segue o mesmo padrão na reestilização: grade com acabamento cromado, para-choque remodelado e contorno de luzes diurnas de LED em formato de "C". Já Sandero e Stepway trazem mudanças maiores na traseira, com lanternas que avançam sobre a tampa do porta-malas. O aventureiro tem também cromados nos faróis de neblina e skis dianteiro e traseiro na cor prata.   Fonte: https://revistaautoesporte.globo.com
31 de Julho de 2019
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